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LGBT+60: Corpos que Resistem

No dia 15 de janeiro, estreia no YouTube, o primeiro episódio da terceira temporada da série “LGBT+60: Corpos que Resistem“, premiada websérie que já soma mais de 2 milhões de views nas plataformas. A nova temporada vai trazer cinco episódios de 10 minutos, repletos de histórias inspiradoras e com uma perspectiva pouco comentada: a trajetória de vida e celebrações de cinco brasileiros LGBT+, que vivem a velhice em sua plenitude. Temas como a adoção e a constituição de uma família LGBT na terceira idade, a descoberta da transgeneridade após os 60, o preconceito, a solidão e a relações familiares são abordados nos novos episódios, que serão publicados ao longo do mês de janeiro. Desde que estreou, em 2018, a série de Yuri Alves Fernandes vem conquistando diversos prêmios, os mais recentes foram os de Melhor Roteiro e Melhor Direção, no Rio Webfest 2023, maior festival de webséries do mundo. “LGBT+60” também já levou o Prêmio Longevidade Bradesco Seguros na categoria Jornalismo Web (2019) e será destaque esse ano numa exposição do Museu da Diversidade, em São Paulo.

LGBT+60: histórias de resistência e conquistas marcam nova temporada da premiada websérie, que estreia dia 15 de janeiro

Relatos de amor, orgulho, superação, resistência e diversidade. A premiada websérie “LGBT+60: Corpos que Resistem”, que já soma mais de 2 milhões de views nas plataformas digitais, está de volta em sua terceira temporada, com cinco novos episódios repletos de histórias inspiradoras que revelam a trajetória de vida e celebrações de cinco brasileiros LGBT+, que vivem a terceira idade em sua plenitude.

Com estreia marcada para 15 de janeiro de 2024, os episódios – dirigidos e roteirizados por Yuri Alves Fernandes – vão contar as nuances e conquistas por trás da vida da ativista Denise Taynáh Leite, de 74 anos; do jornalista Márcio Guerra, de 63 anos; da influenciadora Ana Carolina Apocalypse, de 65 anos; da drag queen Luiza Gasparelly, de 60 anos; e do Seu Franco, de 67 anos. Os episódios serão publicados no canal do YouTube da plataforma de jornalismo independente #Colabora (https://www.youtube.com/@colaborajornalismo) e nas redes sociais.

“LGBT+60” é um projeto que parte de uma ideia simples: ouvir histórias. “Mas são histórias que nem todas as pessoas estão acostumadas a ouvir, seja na mídia ou em debates. São idosos LGBT+, de diferentes gêneros e contextos sociais, que contam sobre suas experiências, muitas vezes dolorosas, mas também sobre conquistas e sonhos”, afirma o diretor, roteirista e idealizador do projeto, Yuri Alves Fernandes. 

A equipe da websérie é composta majoritariamente por pessoas LGBT+, incluindo pessoas trans, como o codiretor Gab Meinberg. A produção é de Giulia da Graça. 

Desde que estreou, em 2018, vem conquistando diversos prêmios, os mais recentes foram os de Melhor Roteiro e Melhor Direção, no Rio Webfest 2023, maior festival de webséries do mundo. “LGBT+60” também já levou o Prêmio Longevidade Bradesco Seguros na categoria Jornalismo Web (2019), o 20º Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade LGBT+ na categoria Audiovisual e Arte Cênicas (2021) e a Menção Honrosa na Mostra Cine Diversidade, do Rio de Janeiro (2021).

“Como homem gay e jornalista, eu sempre olhei com inquietação para vivências e assuntos da nossa comunidade que não estão sendo discutidos ou tendo muita visibilidade. No período de pesquisa, me chamou a atenção também uma reportagem sobre velhices LGBT+ na qual os entrevistados não mostravam os rostos por medo do preconceito. Aquilo me despertou várias coisas. Percebi que de fato a velhice LGBT+ tinha pouquíssimo espaço na mídia e, quando tinha, era invisibilizada de alguma forma. Essa falta de representatividade afeta todos os lados e gerações”, ressalta Yuri Alves Fernandes.

Além da nova temporada, a série também será destaque esse ano numa exposição do Museu da Diversidade, em São Paulo, e já passou também pelo Museu da República, RJ.

Conheça os personagens de ‘LGBT+60: Corpos que Resistem’

Na terceira temporada, prepare-se para se emocionar com novas e tocantes histórias. A paulistana Ana Carolina Apocalypse é a estrela do primeiro episódio. Verdadeiro fenômeno na internet, Ana Carolina tem mais de 100 mil seguidores e comemora seu aniversário de 65 anos, relatando aspectos da sua transição de gênero, realizada a partir dos 59 anos, quando ela assistiu a novela “A Força do Querer”, que trouxe pela primeira vez à teledramaturgia brasileira um processo de transição.

“Com os seus recortes, ‘LGBT+60’ mostra para toda a sociedade que não existe apenas um caminho traçado para nós. Existe, claro, o abandono resultado da intolerância familiar e da sociedade, que coloca muitos idosos, sobretudo pessoas trans, em variadas vulnerabilidades. Porém, existem diversos outros caminhos. O da construção do amor e do casamento; da construção da família e da paternidade ilustrado pelo Márcio na nova temporada; da sobrevivência e dos sonhos realizados, mesmo que tardiamente, como veremos com a Ana, o Seu Franco e com a Denise. O caminho da produtividade e da carreira, a exemplo da Luisa que segue brilhando nos palcos”, afirma Yuri Alves Fernandes.

A protagonista do segundo episódio é Denise Taynáh Leite, de 74 anos, mulher trans negra e carioca. Ativista, trabalha como Secretária dos Direitos LGBT+ na SEDSODH – Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro, e conta no episódio sobre violência familiar, sobre sua relação com o carnaval e a arte, sobre seus sete filhos e sobre o emocionante momento em que se entendeu mulher.

A história de amor e de coragem do jornalista Márcio Guerra, de 63 anos, nascido e criado em Juiz de Fora, também é um dos destaques da série. Há dois anos, Márcio e o seu companheiro há 34 anos, Flávio, adotaram o jovem Phellipe. Hoje, a família vive unida, num ambiente de amor e acolhimento. 

Já o Seu Franco é um homem trans negro, de 67 anos, nascido em Porto Alegre, que saiu de casa aos 13 para morar nas ruas por não se sentir aceito. Aos 17, foi tomando consciência da sua identidade de gênero, mas somente anos depois se entendeu e se aceitou como uma pessoa transmasculina ao assistir uma entrevista com João Nery (convidado da primeira temporada de LGBT+60) na televisão.

No último episódio, a série relata os altos e baixos da carreira da drag queen carioca Luiza Gasparelly, de 60 anos, que relembra como se entendeu como um homem gay e artista, suas vivências fora do país, a perseguição e o preconceito contra as travestis e drag queens na ditadura, apresentações icônicas, a descoberta do HIV e conquistas tanto afetivas quanto profissionais.

A terceira temporada da série ‘LGBT+60+ Corpos que Resistem’ é resultado do programa de Fomento do Audiovisual Carioca 2022, gerido pela RioFilme, órgão vinculado à Secretaria de Governo e Integridade Pública (Segovi) da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. 

FICHA TÉCNICA:
Roteiro e direção: Yuri Alves Fernandes
Codireção e Direção de fotografia: Gab Meinberg
Captação: Gab Meinberg, Le Jorge e Guilherme Maia
Produção Executiva: Giulia da Graça
Assistente de Produção: Tatiana Coelho
Som: Felipe Gali
Drones: Hugo Rodrigues, Diego Quetz e Vinicius Meirelles
Montagem: Giulia da Graça
Assistência de Montagem: Gabriel Melo
Finalização: Gab Meinberg
Desenho de Som/Mixagem: Felipe Gali e Caudo Feitosa
Pesquisa: Yuri Alves Fernandes
Arte Conceitual: Danilo Torres
Mídias Sociais: João Pedro Boaretto
Produtora: Vintepoucos
Coprodutora: RioFilme
Apoio: Marins – Projetos e Soluções
Veiculação: Colabora – Jornalismo Sustentável

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