A edição 2026 do Festival Vale do Café vai acontecer de quarta a domingo (de 22 e 26 de julho), em oito cidades do Sul Fluminense.
A programação reúne concertos, visitas a fazendas históricas e atividades ligadas a cultura, ao turismo rural e à gastronomia.
O evento chega à sua 21ª edição com concertos em fazendas históricas, cursos gratuitos de música e atividades em agradáveis cidades do Vale do Paraíba.
Entre as novidades desta edição, a estreia do Museu de Vassouras no Festival abre espaço para novas experiências ligadas à cultura e aos saberes da região.

HISTÓRIA DO CICLO DO CAFÉ
Em cinco dias, a 21ª edição do Festival Vale do Café promove onze atrações em fazendas históricas, igrejas, museu, centros culturais e praças, convidando moradores e visitantes a percorrer cidades que preservam parte da história do ciclo do café no estado do Rio de Janeiro.

Este ano, a programação foi concentrada em um único período, permitindo ao público vivenciar a experiência completa do Festival e montar roteiros que combinam música, patrimônio histórico, gastronomia e paisagens do interior fluminense.

As apresentações passam por Barra do Piraí, Valença, Vassouras, Paty do Alferes, Engenheiro Paulo de Frontin, Rio das Flores, Volta Redonda e Pinheiral, além do distrito de Conservatória.

Foto/Credito: Eric Ribeiro
ECONOMIA, IDENTIDADE E OPORTUNIDADES
A união entre o fomento econômico e a valorização da identidade local é um dos grandes fundamentos do evento.
Antônio Florencio de Queiroz, presidente da Fecomércio, destaca o papel estratégico do festival:
“O Festival Vale do Café mostra que investir em cultura é também investir no desenvolvimento. Ao reunir música, patrimônio histórico, gastronomia e turismo, o evento fortalece a economia regional, valoriza a identidade do Vale do Café e amplia as oportunidades para moradores, produtores e empreendedores locais. O Sesc RJ tem orgulho de apoiar iniciativas que transformam a cultura em um motor de desenvolvimento”.

MUSEU DE VASSOURAS
A principal novidade desta edição é a entrada do Museu de Vassouras no circuito do Festival.
Pela primeira vez, o espaço recebe um concerto, marcado para a sexta-feira (24), com entrada gratuita.
Instalado no centro histórico da cidade, o museu preserva acervos ligados à formação econômica, social e cultural da região e amplia a ocupação de espaços dedicados à memória do Vale do Café.

Foto/Crédito: Alberto Aquino
RESGATE E CELEBRAÇÃO DA MEMÓRIA
Para Roberta Kelab, diretora executiva do festival, a longevidade do projeto reforça seu propósito:
“Chegar à 21ª edição reafirma o nosso compromisso com a preservação do patrimônio histórico do Vale do Café.
O festival não é apenas um evento musical, mas um projeto de resgate e celebração da nossa memória, onde as fazendas históricas e os espaços culturais ganham vida por meio da arte, conectando as novas gerações com as nossas raízes”.

Foto/Crédito: Daniel Lobo
CORTEJO DE TRADIÇÕES
Outro destaque deste ano será o cortejo de tradições. Historicamente forte em Vassouras, o cortejo acontecerá no sábado, dia 25, reunindo diversos grupos, entre eles: Caninha Verde, Jongo, Maculelê, Folia de Reis e Capoeira.
As atrações ocuparão as ruas com música, dança, ancestralidade, tradição e manifestações populares, além de outras expressões que representam a riqueza, a diversidade e a memória cultural da cidade.

Foto/Arquivo
A concentração terá início às 18h, nas proximidades do Memorial Manuel Congo, localizado na Rua Manuel Rodrigues da Silva.

PROGRAMAÇÃO
A agenda musical traz artistas de nomes reconhecidos no instrumental brasileiro, entre eles Bebê Kramer, Marcelo Caldi, Choro Nota Dez, A Arte do Choro e Bossa Delas, espetáculo formado por Daniela Spielmann, Sheila Zagury, Silvana Agla e Mila Schiavo, além de atrações que ainda serão anunciadas.

MEMÓRIAS AFETIVAS
Nelson Drucker, diretor-presidente da Backstage Produções, ressalta a concepção artística do Festival e a experiência pensada para o público nesta edição:
“Formatamos a programação deste ano para que o público possa de fato mergulhar na atmosfera do Vale do Café. Queremos que cada apresentação proporcione uma mistura perfeita entre a qualidade da música instrumental brasileira e a beleza dos nossos cenários históricos, criando memórias afetivas inesquecíveis tanto para os turistas quanto para a comunidade local.”

TURISMO E ECONOMIA
Ao reunir música, patrimônio, gastronomia e manifestações da cultura popular em um único roteiro, o Festival potencializa sua vocação como indutor do turismo cultural e da economia criativa.
Durante os cinco dias, o público poderá conhecer fazendas centenárias, museus, igrejas, centros históricos e a produção local, transformando cada concerto em uma porta de entrada para descobrir o Vale do Café.

O Festival Vale do Café é um projeto da Backstage Produções. Em sua 21ª edição, conta com o apoio da Secretaria Estadual de Turismo, a parceria cultural do Sesc e Sicomercios, parceria de mídia do grupo VamOOH!, BandNews Tv Rio Sul.

Serviço:
22 de julho (quarta-feira):
20h – Igreja Nossa Senhora de Santana – Barra do Piraí

Foto/Credito: Jean Tavares
23 de julho (quinta-feira):
20h – Catedral Nossa Senhora da Glória – Valença (gratuito)

24 de julho (sexta-feira):
14h30 – Fazenda Florença – Conservatória – Choro Nota Dez 19h – Museu de Vassouras – Vassouras (gratuito)

25 de julho (sábado):
11h – Fazenda Monte Alegre – Paty do Alferes – Bebê Kramer Trio
16h – Fazenda Palmas – Engenheiro Paulo de Frontin – Marcelo Caldi Trio

18h – Centro Cultural Rio das Flores (gratuito)
18h – Cortejo de jongo – Memorial Manuel Congo – Rua Manuel Rodrigues da Silva

26 de julho (domingo):
11h – Casarão UniFOA da Fazenda Três Poços – Volta Redonda – A Arte do Choro
15h – Praça Teixeira Campos – Pinheiral (gratuito)
16h – Fazenda Ponte
Alta – Barra do Piraí – A Bossa Delas
Informações e ingressos: https://festivalvaledocafe.com.br

Foto/Crédito: Alberto Aquino
(*) – Com assessoria de imprensa Festival do Vale do Café



















